Construí esta pousada em São Jorge para entregar a hospedagem que eu sempre quis encontrar viajando.
Adobe, madeira de lei e pedra da região. A parede grossa de barro segura o calor do dia e devolve o frescor à noite.
A beleza aqui não é enfeite, é o ponto de partida. Arquitetura orgânica, que acompanha o terreno, com o acabamento artesanal que máquina nenhuma sabe imitar.
Tudo aberto a quem se hospeda: cozinhar à vontade, espreguiçar ao sol da tarde ou se juntar à noite.
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São Jorge inteira se faz a pé, e a gente fica fora da parte movimentada, que é o centrinho da Vila. Em volta, só Cerrado nativo: nossa rua fica de frente para uma reserva ecológica.
A Vila nasceu do garimpo de cristal de rocha e virou porta de entrada do Parque Nacional. Esse passado ainda se sente no ritmo devagar de quem mora aqui.
Além do Parque, Vale da Lua, Mirante da Janela, Cachoeira do Segredo e muitas outras ficam a poucos minutos de carro. Dá para sair cedo e ainda curtir o fim de tarde no deck, usando o wi-fi para baixar as milhares de fotos do dia.
Já recebemos retiros de bem-estar, festivais de música autoral e vivências com povos originários. De violão no fim da tarde a yoga no nascer do sol, com fogueira até a conversa acabar.
Durante eventos, a pousada é reservada por inteiro: hóspedes e participantes nunca se misturam, e cada encontro acontece com atenção plena ao grupo.
Nenhuma foto de banco de imagem, nenhuma avaliação inventada. Só quem passou a noite na Shanti e o que levou daqui.
"Quando o dono me contou que Shanti significa paz, tudo fez sentido. A cozinha no chalé salvou a gente com a nossa filha celíaca, e as dicas de onde ir com criança foram fundamentais."
"Uma vibe de muita paz e tranquilidade. Poder preparar o kit trilha e fazer um chocolate quente antes de dormir fez toda diferença. Nos sentimos realmente em casa."
"Acordei com os passarinhos todos os dias. O ambiente da pousada é bem silencioso. A Vila de São Jorge é uma delícia de se explorar a pé! Viajei sozinha e me senti segura o tempo todo. O caminho de volta à noite é escuro, mas vale cada passo: nunca vi tanta estrela na minha vida."
"Quando o dono me contou que Shanti significa paz, tudo fez sentido. A cozinha no chalé salvou a gente com a nossa filha celíaca, e as dicas de onde ir com criança foram fundamentais."
"Uma vibe de muita paz e tranquilidade. Poder preparar o kit trilha e fazer um chocolate quente antes de dormir fez toda diferença. Nos sentimos realmente em casa."
"Acordei com os passarinhos todos os dias. O ambiente da pousada é bem silencioso. A Vila de São Jorge é uma delícia de se explorar a pé! Viajei sozinha e me senti segura o tempo todo. O caminho de volta à noite é escuro, mas vale cada passo: nunca vi tanta estrela na minha vida."
"Localização perfeita. A pousada fica a poucos passos das lojinhas e dos restaurantes da vila, dava pra ir a pé pra tudo sem precisar pegar o carro. Voltávamos da trilha e em minutos estávamos jantando no centrinho."
O anfitrião
Costumo dizer que sou um colecionador de memórias. Antes de São Jorge, passei anos na estrada, e foi viajando que entendi o que faz uma boa estadia: não é o luxo, é ter um local simples e funcional para recarregar as energias para o dia seguinte.
Fui três vezes à Índia. Voltei com uma palavra na bagagem: shanti — paz, quietude. Era exatamente isso que eu queria que alguém sentisse ao cruzar o portão.
Desde 2011 troquei a cidade por esta vila, trazendo comigo a ideia de shanti. Cada acomodação tem o seu jeito, nenhuma é cópia da outra, o que evidencia como a conexão com as tradições locais e a estética refinada também fizeram parte do ideal da Shanti.
Não quis um hotel. Quis o lugar que eu sempre procurei na estrada, onde dá pra chegar exausto de um passeio e se sentir em casa.
Fábio Krispin, dono da Shanti
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